terça-feira, 16 de abril de 2013

Material 2° Ano ----Hidrostática



Teorema de Stevin - Pressão hidrostática - Vasos comunicantes

Pressão no interior de um líquido em repouso

 Considere um fluido (líquidos e gases que fluem para as regiões inferiores de um recipiente até preenchê-los totalmente) em equilíbrio (vertical e horizontal) no interior de um recipiente.
Esse líquido exerce sobre as paredes do recipiente que o contem forças que se tornam de maior intensidade à medida que a profundidade aumenta.
Observe que as forças, na mesma horizontal, em ambos os extremos, tem a mesma intensidade, pois o líquido está em equilíbrio horizontal, caso contrário, ele se moveria nessa direção.
Observe a figura abaixo onde, quem varia é apenas a pressão vertical, onde o líquido que é homogêneo e incompressível está em equilíbrio.
Na superfície livre superior (A) desse líquido age a pressão atmosférica (Patm), exercida pela coluna de ar que está sobre ele. Num ponto qualquer B do interior do líquido, a pressão (PB) que age é a soma da pressão atmosférica com a pressão exercida pela coluna líquida acima dele, devido à seu peso.
PB=Patm + Plíquido  ---  PB=Patm + F/S  ---  PB= Patm + peso do líquido/S  ---  PB=Patm + (mlíquido.g)/S  ---  dlíquido=mlíquido/Vlíquido  ---  dlíquido=mlíquido/S.h     ---  mlíquido=dlíquido.S.h  ---  PB=Patm + (dlíquido.S.h)/S  ---  PB=Patm+ dlíquido.g.h  ---  esta expressão é chamada de Teorema Fundamental da Hidrostática ou de Teorema de Stevin

O que você deve saber

 A pressão no ponto B devida apenas à coluna líquida Plíquido=dlíquido.g.h é chamada de pressão hidrostática e PB=Patm + dlíquido.g.h é chamada de pressão total, pressão absoluta ou simplesmente pressão.
 A pressão exercida por uma coluna líquida não depende das dimensões do recipiente que a contém, mas apenas da natureza do líquido, fornecida pela sua densidade (d), do local (g) e da altura da coluna (h).
 O gráfico da pressão total P em função da altura “profundidade” h, (P=Patm+ d.g.h, que é uma função do primeiro
 grau)), é uma reta inclinada.
 Como a pressão devido á coluna líquida é maior quanto maior for a profundidade, a estrutura de uma barragem é
            

mais espessa na parte inferior, para suportar maiores pressões.
 Uma das conseqüências do teorema de Stevin é de que todos os pontos de uma superfície horizontal (a uma mesma altura h) suportam a mesma pressão, desde que o líquido seja o mesmo.
Uma das utilidades práticas dessa conseqüência são os vasos comunicantes onde um mesmo líquido que está em recipientes de formatos e volumes diferentes, interligados entre si, ficam sempre na mesma altura, pois suportam a mesma pressão
No (SI) a unidade de pressão é o pascal (Pa), onde a força é medida em newton (N) e a área em metro quadrado sendo 1Pa=1N/m2. Ao nível do mar a pressão atmosférica é de aproximadamente Patm=1,0.105N/m2(Pa)=1 atm. Quando, por exemplo, um peixe que está à uma altura h da superfície líquida de densidade d=1,0.103kg/m3 e que esteja sujeito à uma pressão igual à pressão atmosférica da superfície, sua altura será  ---  Patm=dgh  ---  1,0.105=1,0.103.10.h  ---  h=10m, ou seja, à cada 10m de profundidade na água, a pressão devido à coluna líquida aumenta de 105Pa ou de 1 atm. Exemplo: Se um peixe está a 20m de profundidade da superfície líquida da água, ele suporta uma pressão
 hidrostática de Ph=2,0.105Pa ou 2atm. A pressão total deve ser acrescida da pressão atmosférica na superfície  ---  Pt=105Pa + 2.105Pa=3.105Pa ou de 3 atm.
 Ao se tomar um refrigerante num copo com canudo, o líquido sobe em direção à sua boca, em virtude de a pressão
 atmosférica ser maior que a pressão na boca e "empurrar" o líquido no canudo, quando se aspira, e  retira o ar do tubo.



Princípio de Arquimedes (EMPUXO)
 
Contam os livros, que o sábio grego Arquimedes (282-212 AC) descobriu, enquanto tomava banho, que um corpo imerso na água se torna mais leve devido a uma força, exercida pelo líquido sobre o corpo, vertical e para cima, que alivia o peso do corpo. Essa força, do líquido sobre o corpo, é denominada empuxo ().
 
Portanto, num corpo que se encontra imerso em um líquido, agem duas forças: a força peso () , devida à interação com o campo gravitacinal terrestre, e a força de empuxo () , devida à sua interação com o líquido.
 
 

Arquimedes (282-212 AC).Inventor e matemático grego.
 
Quando um corpo está totalmente imerso em um líquido, podemos ter as seguintes condições:
 
* se ele permanece parado no ponto onde foi colocado, a intensidade da força de empuxo é igual à intensidade da força peso (E = P);
* se ele afundar, a intensidade da força de empuxo é menor do que a intensidade da força peso (E < P); e
 
* se ele for levado para a superfície, a intensidade da força de empuxo é maior do que a intensidade da força peso (E > P) .
 
Para saber qual das três situações irá ocorrer, devemos enunciar o princípio de Arquimedes:
 
Todo corpo mergulhado num fluido (líquido ou gás) sofre, por parte do fluido, uma força vertical para cima, cuja intensidade é igual ao peso do fluido deslocado pelo corpo.
Seja Vf o volume de fluido deslocado pelo corpo. Então a massa do fluido deslocado é dada por:
mf = dfVf
A intensidade do empuxo é igual à do peso dessa massa deslocada:
E = mfg = dfVfg
Para corpos totalmente imersos, o volume de fluido deslocado é igual ao próprio volume do corpo. Neste caso, a intensidade do peso do corpo e do empuxo são dadas por:
P = dcVcg e E = dfVcg
Comparando-se as duas expressões observamos que:
 
* se dc > df , o corpo desce em movimento acelerado (FR = P – E);
 
* se dc < df , o corpo sobe em movimento acelerado (FR = E – P);
 
* se dc = df , o corpo encontra-se em equilíbrio.
 
Quando um corpo mais denso que um líquido é totalmente imerso nesse líquido, observamos que o valor do seu peso, dentro desse líquido , é aparentemente menor do que no ar. A diferença entre o valor do peso real e do peso aparente corresponde ao empuxo exercido pelo líquido:
Paparente = Preal - E

Exemplo:
 
Um objeto com massa de 10 kg e volume de 0,002 m3 é colocado totalmente dentro da água (d = 1 kg/L).
 
 
a) Qual é o valor do peso do objeto ?
 
b) Qual é a intensidade da força de empuxo que a água exerce no objeto ?
 
c) Qual o valor do peso aparente do objeto ?
 
d) Desprezando o atrito com a água, determine a aceleração do objeto.
 
(Use g = 10 m/s2.)
 
Resolução:
 
a) P = mg = 10.10 = 100N
 
b) E = dáguaVobjetog = 1.000 x 0,002 x 10 è E = 20N
 
c) Paparente = P – E = 100 – 20 = 80N
 
d) FR = P – E è a=8,0 m/s2 (afundará, pois P > E)
 
Flutuação
Para um corpo flutuando em um líquido, temos as condições a seguir.
 
1) Ele encontra-se em equilíbrio:
E = P
2) O volume de líquido que ele desloca é menor do que o seu volume:
Vdeslocado < Vcorpo
3) Sua densidade é menor do que a densidade do líquido:
dcorpo < dlíquido
4) O valor do peso aparente do corpo é nulo:
Paparente = P – E = O
A relação entre os volumes imerso e total do corpo é dada por:
E = P è dliquidoVimersog = dcorpoVcorpog è
Exemplo:
 
Um bloco de madeira (dc = 0,65 g/cm3), com 20 cm de aresta, flutua na água (dagua = 1,0 g/c3) . Determine a altura do cubo que permanece dentro da água.
 
 
Resolução:
 
Como o bloco está flutuando, temos que E = P e , sendo V = Abaseh , escrevemos:
 
è
 
Como hcorpo = 20 cm, então himerso = 13 cm.

 

Exercícios:
 

 
1. Um corpo está flutuando em um líquido. Nesse caso
 
(A) o empuxo é menor que o peso.
(B) o empuxo é maior que o peso.
(C) o empuxo é igual ao peso.
(D) a densidade do corpo é maior que a do líquido.
(E) a densidade do corpo é igual a do líquido
 
2. Uma pedra, cuja a massa específica é de 3,2 g / cm3, ao ser inteiramente submersa em determinado líquido, sofre um perda aparente de peso, igual à metade do peso que ela apresenta fora do líquido. A massa específica desse líquido é, em g / cm3,
 
(A) 4,8
(B) 3,2
(C) 2,0
(D) 1,6
(E) 1,2
 
3. Um ovo colocado num recipiente com água vai até o fundo, onde fica apoiado, conforme a figura . Adicionando-se sal em várias concentrações, ele assume as posições indicadas nas outras figuras B, C, D e E .
 
 

 
A situação que indica um empuxo menor do que o peso do ovo é a da figura
 

 
(A) A
(B) B
(C) C
(D) D
(E) E
 
4. Uma esfera maciça e homogênea, de massa específica igual a 2,4 g/cm3, flutua mantendo 20% do seu volume acima da superfície livre de um líquido. A massa específica desse líquido, em g/cm3 , é igual a
  (A) 1,9
(B) 2,0
(C) 2,5
(D) 3,0
(E) 12,0
 
5. interior de um recipiente encontra-se um corpo em equilíbrio mergulhado num líquido de densidade 0,8 g/cm3, conforme a figura. Se este mesmo corpo for colocado em outro recipiente, contendo água ( densidade igual a 1g/cm3) podemos afirmar que
 
 

  (A) o corpo irá afundar e exercer força no fundo do recipiente.
(B) o corpo continuará em equilíbrio, totalmente submerso.
(C) o corpo não flutuará.
(D) o corpo flutuará com mais da metade do volume submerso.
(E) o corpo flutuará com menos da metade do volume submerso.

 

 

 

Pressão num fluído


Aplicar uma força num determinado ponto do fluido não provoca o seu movimento (ou de parte significativa dele). Para deslocarmos o fluido devemos "diluir" a força, aplicando-a sobre uma certa área do fluido, distribuindo a sua ação. Essa distribuição da força numa área A é o que denominamos pressão. A pressão é definida como a razão entre o módulo da força perpendicular à superfície e a área sobre a qual vamos aplicá-la:
Por exemplo, quando aplicamos num cilindro uma força (com a mão) de 10N sobre uma área de 20 cm2, a pressão será:
A pressão é uma grandeza escalar. A força é uma grandeza vetorial , mas a pressão está relacionada ao módulo da força que age perpendicularmente à superfície.

 

 

 

Pressão atmosférica

É um fato muito conhecido, por parte dos mergulhadores, que à medida que mergulhamos mais fundo no mar a pressão aumenta. Qualquer objeto imerso num fluido fica submetido a uma pressão e essa pressão aumenta na medida em que o submergimos buscando profundidades maiores.

Os seres vivos na superfície da Terra (bem como os inanimados) experimentam uma pressão. Essa pressão decorre do fato de estarmos submersos dentro de um fluido que é uma mistura de gases. Essa mistura de gases que envolve a Terra é a sua atmosfera. Por isso, a pressão desse fluido é conhecida como pressão atmosférica.

A pressão atmosférica na superfície da Terra, isto é, ao nível do mar, é conhecida experimentalmente e seu valor é de 101,325 quilopascais.
patm = 101,325kPa
À medida que atingimos altitudes maiores, a partir do nível do mar, a pressão atmosférica se reduz. Esse fato é muito conhecido dos alpinistas e pára-quedistas.




Princípio de Pascal
O princípio físico que se aplica, por exemplo, aos elevadores hidráulicos dos postos de gasolina e ao sistema de freios e amortecedores, deve-se ao físico e matemático francês Blaise Pascal (1623-1662). Seu enunciado é:
O acréscimo de pressão produzido num líquido em equilíbrio transmite-se integralmente a todos os pontos do líquido.

Blaise Pascal (1623-1662), físico, matemático, filósofo religioso e homem de letras nascido na França.

 
Consideremos um líquido em equilíbrio colocado em um recipiente. Vamos supor que as pressões hidrostáticas nos pontos A e B (veja a figura) sejam, respectivamente, 0,2 e 0,5 atm.
 

 
Se através de um êmbolo comprimirmos o líquido, produzindo uma pressão de 0,1 atm, todos os pontos do líquido , sofrerão o mesmo acréscimo de pressão. Portanto os pontos A e B apresentarão pressões de 0,3 atm e 0,6 atm, respectivamente.
 
As prensas hidráulicas em geral, sistemas multiplicadores de força, são construídos com base no Princípio de Pascal. Uma aplicação importante é encontrada nos freios hidráulicos usados em automóveis, caminhões, etc. Quando se exerce uma força no pedal, produz-se uma pressão que é transmitida integralmente para as rodas através de um líquido, no caso, o óleo.
 
A figura seguinte esquematiza uma das aplicações práticas da prensa hidráulica: o elevador de automóveis usado nos postos de gasolina.

O ar comprimido, empurrando o óleo no tubo estreito, produz um acréscimo de pressão (D p), que pelo princípio de Pascal, se transmite integralmente para o tubo largo, onde se encontra o automóvel.
 
Sendo D p1 = D p2 e lembrando que D p = F/A , escrevemos:
 
 
Como A2 > A1 , temos F2 > F1 , ou seja, a intensidade da força é diretamente proporcional à área do tubo. A prensa hidráulica é uma máquina que multiplica a força aplicada.
 
Por outro lado, admitindo-se que não existam perdas na máquina, o trabalho motor realizado pela força do ar comprimido é igual ao trabalho resistente realizado pelo peso do automóvel. Desse modo, os deslocamentos – o do automóvel e o do nível do óleo – são inversamente proporcionais às áreas dos tubos:
t 1 = t 2 è F1d1 = F2d2
Mas na prensa hidráulica ocorre o seguinte:
 
 
Comparando-se com a expressão anterior, obtemos:
 
 



pressão em um Líquido - Stevin  

Constatação experimental da pressão no seio de um líquido
Varias experiências evidenciam a pressão suportada por ume superfície mergulhada no seio de um líquido em equilíbrio Dentre elas citaremos apenas e experiência realizada com a cápsula manométrica . A cápsula manométrica consta essencialmente de uma caixa dotada de uma membrana elástica . A caixa é ligada a um tubo em forma de U por meio de um condutor flexível.
 
 

 
Nos ramos do tubo em U colocamos um líquido colorido. Pelo desnível do liquido nos ramos do tubo analisamos a pressão exercida sobre a membrana elástica da capsula.
 
Inicialmente o líquido alcança o mesmo nível em ambos os ramos do tubo como se vê na figura. Isto se dá porque a pressão exercida na superfície livre do liquido contido no ramo esquerdo é a mesma pressão exercida sobre a superfície da membrana; esta pressão é a pressão atmosférica.
 
Se você introduzir e cápsula no seio de um líquido em equilíbrio contido num recipiente, notará que se estabelece um desnível nos ramos do tubo em U, fato que comprova a existência de uma força imposta pelo líquido na superfície de membrana, ou seja, comprova a existência de pressão que o líquido exerce sobre a membrana da cápsula A força exercida pelo líquido é perpendicular à superfície da membrana, pois caso contrário a componente tangencial dessa força arrastaria a cápsula, o que não ocorre na prática.
 
À medida que você aprofunda a cápsula no líquido o desnível no tubo em U aumenta, mostrando que a pressão exercida pelo líquido cresce com a profundidade. Num mesmo ponto, no seio do líquido, você pode girar a capsula à vontade sem acarretar alteração no desnível nos ramos do tubo em U, significando este fato que a pressão independe da orientação da superfície da membrana elástica da cápsula.
 
A pressão exercida pelo líquido na membrana da cápsula a dita pressão hidrostática. Se à pressão hidrostática adicionarmos a pressão exercida pela atmosfera sobreposta ao líquido teremos a chamada pressão absoluta .
 
Do que ficou dito até o momento, você conclui que no seio de um líquido a uma dada profundidade a pressão é igual em todos os pontos. Em outras palavras se considerarmos um plano paralelo à superfície do líquido a pressão será a mesma em todos os pontos deste plano. Dados agora dois pontos A e B, localizados em diferentes profundidades, no seio do líquido, qual será a diferença de pressão de um ponto para outro? A resposta a essa pergunta á dada peio Principio de Stevin que passamos a enunciar.
 

Principio fundamental da Hidrostática ( Princípio de Stevin)

 
"A diferença entre as pressões em dois pontos considerados no seio de um líquido em equilíbrio (pressão no ponto mais profundo e a pressão no ponto menos profundo) vale o produto da massa especifica do líquido pelo módulo da aceleração da gravidade do local onde é feita a observação, pela diferença entre as profundidades consideradas."
 


  Simbolicamente:
 
 
  A partir do Teorema de Stevin podemos concluir :
  è A pressão aumenta com a profundidade. Para pontos situados na superfície livre, a pressão correspondente é igual à exercida pelo gás ou ar sobre ela. Se a superfície livre estiver ao ar atmosférico, a pressão correspondente será a pressão atmosférica, patm .
  Na figura abaixo tem-se o gráfico da pressão p em função da profundidade h.
 
  è Pontos situados em um mesmo líquido e em uma mesma horizontal ficam submetidos à mesma pressão.
  è A superfície livre dos líquidos em equilíbrio é horizontal.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Notas da R. 1° Ano D -Noite... Maria de Lourdes



RELAÇÃO DOS ALUNOS DO 1º ANO D - NOITE



  1. ALANA PEREIRA DA SILVA     8.0
  2. ALEX LIMA MARTINIANO DA SILVA     6.0
  3. ALISSON SILVA DO NASCIMENTO    4.0
  4. ANNE KATHIELEN ALVES ACIOLE
  5. BIANCA DOS SANTOS DE JESUS.               7.5
  6. CLÁUDIO HENRIQUE TARGINO DOS SANTOS
  7. CLEYTON DOS SANTOS DALTON     7.0
  8. DANIELLY GOMES TOMAZ
  9. DIÊGO FIDELIS DA SILVA
  10. DIÊGO MARQUES DA SILVA
  11. ELAINE DOS SANTOS MELO
  12. ELIEL FREITAS DE SOUZA    4.0
  13. EMILY KARINE MARTINS DA SILVA
  14. FABIANO JOÃO DA SILVA   6.0
  15. GABRIEL LOURENÇO DE ANDRADE   6.0
  16. GERLANE SOARES DA SILVA    4.0
17.   INGUERSON PEREIRA DA SILVA GOMES    5.0
  1. ISRAEL JULIO CAVALCANTE RAMOS         8.0
  2. JANAÍNA FERNANDES MARTINS DA SILVA    5.0
  3. JEFFERSON DA SILVA VICENTE
  4. JEFFERSON DE ANDRADE AVELINO    9,0
  5. JOEVERTON FAUSTINO DO NASCIMENTO
  6. JONATAS DE OLIVEIRA BENTO
  7. JOSÉ REGIVALDO DA SILVA JÚNIOR
  8. KEITIANE NASCIMENTO DA SILVA     4.0
  9. LÍBNA RODRIGUES SANTOS  2.0
  10. LUANA FELIX DA SILVA    3.0
  11. LUIZ CARLOS MATIAS DANTAS DA SILVA
  12. MARCOS UBIRATAN VIANA LEONEL
  13. MARIA DA GUIA SILVA FELIPE
  14. MARIA HILDISLAYNE SILVA VICTOR DE SOUZA
  15. MAURO ROQUE DE PAULA
  16. NATÁLIA DA COSTA OLIVEIRA  9.0
  17. NATALIA MATEUS DOS SANTOS MELO   2.0
  18. ROSANDSON DA SILVA NUNES
  19. RYAN HENRIQUE DA SILVA LAURINDO   4,0
  20. SAULO PESSOA RIBEIRO  7.0
  21. TATIANA SILVA VIEIRA
  22. THALITA SABINO DE SOUZA
  23. VANDERLAN MORAIS DA SILVA      4.0
  24. VITÓRIA BEZERRA IZIDORO     6.0
  25. WELINGTON SILVA DE MELO
  26. WILLIAM FIRMO BATISTA       2,0
  27. ZILMA DA SILVA MELO             6.0
  28. Regivaldo Junior 6.0